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Postagem 100% aleatória sobre escritas

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Ok, lembrando primeiramente que esse blog é uma tentativa que eu fiz de me obrigar a escrever semanalmente, e não algo focado em um tema específico, essa postagem será uma daquelas aleatórias aways. Especificamente uma postagem aleatoria away sobre não conseguir fazer postagens. Os com tendência mais hipster ou cult bacaninha chamariam isso de bloqueio. Eu particularmente acredito que seja preguiça minha.


Em todo caso, o blog sempre foi um jeito de me obrigar a treinar a escrita. Sim treinar, não me expressar, não fazer criticas sociais fodas relevantes, etc. Treinar, como se treina qualquer outra habilidade que a pessoa queira dominar. No caso escrita. Gosto da idéia de escrever histórias e espero que esse treino me deixe mais fluente na arte da disciplina de sentar a bunda e escrever frequentemente. Funcionou? Um pouco, mas ainda não o tanto que eu queria. Em todo caso, essa semana tentei de todo o jeito escrever a postagem nova, fiz diversos rascunhos e desisti de todos.  Simplesm…

Narrativas de um novo ângulo, histórias que quadros e harmonias nos contam. Pt 1.

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Na tentativa de seguir o conselho do Tyson DeGrease (aprenda pelo menos uma coisa nova todo dia) eu me inscrevi em diversos canais interessantes do youtube, além do TED. Isso já tem alguns meses e o efeito já se tornou evidente aqui no blog, com "citações" de vídeos cada vez mais frequentes. Mas ultimamente estou fascinado por um canal chamado Nerdwriter, que é mais voltado para arte visual, e na maioria das vezes para filmes. O canal me chamou atenção com sua excelente análise  sobre as aparições de Shakespeare na obra de Neil Gaiman (o preço dos sonhos) e me ganhou definitivamente com o vídeo (que falarei mais na próxima parte) sobre senhor dos anéis. E hoje eu vou falar um pouco sobre como narrativas podem surgir, serem escondidas e as vezes serem inventadas intencionalmente (por críticos) em meios criativos como música e pintura.



Mas para chegar no ponto atual da humanidade, em que a pintura acima é considerada por uns uma estratégia de marketing ou  enganação e por outr…

Naves movidas a bombas atômicas, elevadores orbitais e outras formas de fugir da terra

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Finalmente, depois de 3 postagens sobre o tema viagem espacial, chegamos no ponto que eu havia prometido desde o começo: técnicas diferentes para sair da terra. Nos falamos aqui e aqui sobre como os foguetes funcionam, o porque de precisarmos de tanta energia para sair da superfície e o que é exatamente atingir uma órbita em volta do planeta. Mas todos esses métodos utilizam foguetes normais, onde você coloca seu astronauta sentado numa pilha de explosivos, e a explosão controlada vai jogando o foguete cada vez mais para longe da terra. Mas usar foguetes é muito anos 90.

Começamos então com um dos métodos que talvez seja o mais curioso da lista: viagem via explosões nucleares. Durante a década de 50 os Estados Unidos estavam com um leve tesão por energia nuclear. Podemos notar isso nas idéias totalmente sóbrias e que com certeza dariam certo, como a operação plowshare (que previa o uso de bombas atômicas para cavar buracos de construções civis) ou o Nuclear Explosions for the Nationa…

Por que não mandamos o lixo para o sol? E outros fatos curiosos sobre órbitas.

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Porque foguetes são conhecidos por sua tendência de explodir glamourosamente no céu, o que seria péssimo se ele estivesse carregado de lixo nuclear. Mas mesmo assim, porque é tão difícil chegar ao sol? Já mandamos sondas para plutão e além, mas pouquíssimos voaram sequer perto da órbita de mercúrio. Why?

Ainda na onde de astronomia e dinâmica orbital, hoje falaremos sobre o que acontece com as naves depois que elas entram em órbita na terra. Afinal a última postagem foi toda sobre como nós conseguimos colocar tantas toneladas de metal orbitando a terra, e principalmente sobre o porquê de uma vez lá essas coisas não caem de volta na terra. E antes disso tivemos uma postagem de tietagem fortíssima da Space X falando de suas novas conquistas com foguetes reutilizáveis e o porque disso ser tão importante para diminuir os custos das viagens espaciais. Apesar de eu ter prometido falar sobre métodos futurísticos de se ir para o espaço, como elevadores orbitais e naves movidas a explosões, ac…

Como mandar uma pessoa para o espaço? Ou, como errar o chão.

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Na última postagem falamos sobre a aterrissagem histórica da Space X de um foguete reutilizado, e ja falamos também sobre envio de sondas a cometas, e a aterrissagem na lua. Mas geralmente fica faltando uma coisa: Como as pessoas fizeram isso e porque é tão difícil mandar coisas para o espaço. Iremos resolver esse problema hoje, explicando melhor como funcionam os sistemas de lançamento atuais,

*Nota importante, todos os cães do programa espacial russo eram cães de rua. Apesar de diversos acidentes tristes, uma grande quantidade voltou com vida a terra, onde tiveram aposentadorias excelentes para os padrões de cães, sendo que vários viraram celebridades como as cadelas Belka e Strelka. Além de que mesmo durante o programa de treinamento, suas vidas foram relativamente melhores que o que teriam na rua. É bem legal ver que ainda hoje algumas pessoas depositam flores na estátua, em respeito às conquistas alcançadas por eles.

Anywayyy, para entendermos como algo deve chegar em órbita, o pr…

We are back

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Depois de mil anos sem postar (ok quatros meses), finalmente resolvi voltar a ativa! Huzaaaah! E para comemorar temos diversos planos para novas postagens interessantes, além de uma modificada rápida no visual do blog. Mas antes de começar com a postagem semanal, algumas atualizações nos motivos desse período sem posts. Bem com o retorno da Eslovênia e o final do doutorado eu acabei ficando preso num vórtice infinito de: escrever uma tese de doutorado em 3 meses, revisar um artigo para publicação e principalmente, de LONGE a pior parte, um mar de burocracia colossal para regularizar minha situação com todo tipo de órgão público. Com isso infelizmente eu não consegui tempo algum para escrever e tive que dar uma parada. Mas agora que tudo isso é passado podemos voltar a programação normal de postagens mistas sobre ciência, tecnologia, política, artes e qualquer assunto descorrelacionado que acabe surgindo na minha mente levemente perturbada.


E para re-começarmos bem, nada melhor do que …